PATRIARCA

PALAVRA DO PATRIARCA

NORMAS E DIRETRIZES

  DAS NORMAS  DIRETRIZES E ÉTICAS DOS FIDELITAS UMA IGREJA DEMOCRÁTICA SOCIAL E DE PROPÓSITOS DO ONTEM DO HOJE E DO AMANHÃ. IABCVF    Faz-se

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CRISTO ESTÁ ENTRE NÓS

   Mateus 18:20 – Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles. Jesus sempre foi franco, nas

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OLHAR DE GRATIDÃO

DEVEMOS OLHAR PARA 2020 COM OLHAR DE GRATIDÃO POR QUE ESTAMOS AQUI, REZAR PELOS NOSSOS IRMÃO QUE PARTIRAM MAS ESTÃO COM O SENHOR DA GRAÇA

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   +DOM PAULUS NUNES-SCE Foi ordenado Diácono e Presbítero pelas mãos sagradas do Arcebispo de Curitiba da Paróquia de Santo Expedito sua Eminência +Dom Áureo Fontanela Camargo da ICAB-IGREJA CATOLICA APOSTÓLICA BRASILEIRA NO ANO DE 2001 e no ano DE 2002 em Curitiba foi sagrado Bispo pela VETERO CATÓLICA DE UTRECHT pelo então Arcebispo do Brasil +Dom Paulo Pereira (in memória) e +Dom José Falcão (in memória) posteriormente confirmado PATRIARCA ( Pai, ancião, idoso, líder antigo) pelo Bispo +Dom Fausto Salvatore Felice – Bispo vetero católico e DEFINITIVAMENTE ELEITO PATRIARCA na cidade de XANXERÊ SC pela Conferência Internacional dos Bispos Veteros Católicos Fidelitas cuja presença encontrava-se os arcebispos +Dom Carlos Santiago de Portugal, Dom Jaime Jaramilo da Colômbia, Dom Hector Anibal da Argentina, Dom José Levi de Santa Catarina, Dom Carmo Fredson de Minas Gerais, Dom Ray Pereira do Pará, Padre Francisco na época Secretário de Santa Catarina e do Santo Sínodo da Igreja, Dom Fausto Salvatore Felice da Itália foi o primeiro que passou o Titulo ao Patriarca conforme prova as fotos onde está de solidéu vermelho junto ao Patriarca e NOMEADO NO CARGO DE SACERDOTE por imposição de mãos dos excelentíssimos PATRIARCAS Polonês e de Jerusalém +Dom YAN PETROVESKI e Patriarca +Dom ROMEN PERKONAVICK (in memória) Á partir de hoje mudarei meu cargo de acordo com as Diretrizes da Igreja Polonesa que será de Sacerdote do Patriarcado de Jerusalém no Brasil. Nossa Sucessão Apostólica é válida.
MINHA ORAÇÃO EPISCOPAL
   SENHOR! Ensina-me a ver as minhas próprias faltas auxiliando-me a corrigi-las, para que eu faça o melhor de mim segundo os seus desígnios. Entretanto Senhor apaga em mim a vocação de descobrir as faltas alheias, afim de que tua paz e tua luz venham fortalecer o meu coração e derrotar os meus inimigos visíveis e invisíveis. Amém
SOBRE AS ORDENAÇÕES:
   A beleza da celebração onde acontece uma ordenação Diaconal Presbiteral e Episcopal é revestida de um esplendor todo particular: Os cantos que enaltecem a bondade do Salvador por haver deixado à sua Igreja tão preciosa e necessário dom; a procissão que abre a celebração ostentando à frente o crucifixo que nos faz lembrar-se do infinito amor de Deus pela humanidade, chegando até mesmo ao ponto de dar o Filho Unigênito para resgatar a culpa dos servos pecadores, sinal este que constitui, na espiritualidade sacerdotal, o cume de toda a vida do sacerdote; o incenso que levanta a fumaça perfumada que enche o ambiente do doce aroma da natureza e envolve toda a assembleia, quase como que formando uma única oferta, povo sacerdotal e perfume da natureza, oferecido a Deus em sua majestade divina. Como é bela a sagrada liturgia católica! Como é belo o rito da ordenação seja Diaconal Presbiteral ou Episcopal. Tal celebração é composta de diversas partes, cada uma com seu significado e motivo de ser. Todas elas falam diretamente ao coração do ordenando e de todo o povo de Deus reunido para celebrar sua misericórdia em dar à Igreja um colaborador necessário e um servo de todos. Dentre tantos ritos significativos, desejando oferecer uma visão espiritual que contribua para a maior compreensão do sublime mistério que é o sacerdócio e da graça excelsa que reveste o ministro sagrado, tomaremos três momentos específicos, capazes de compendiar a mística e a beleza do sacerdócio de Cristo dado em dom aos homens por ele chamados: o chamado do candidato, a prostração e a amarração das mãos. Terminada a proclamação do Evangelho, procede-se para o chamado e apresentação do candidato ao sacerdócio. Tal gesto poderia ser visto até mesmo como dispensável, visto que todos sabem quem é, foram àquela celebração especificamente porque era aquele jovem a ser ordenado. Dois são os motivos para o chamado e a resposta do candidato neste momento da ordenação, sendo que o primeiro se identifica apenas com o caráter jurídico que o rito reveste, tendo em vista que o sacerdote é um representante da Igreja ele é devidamente apresentado ao povo que estará sob sua guarda, ainda que apenas no nível espiritual. O Segundo é o que nos interessa mais. Em uma das obras de maior importância na mística hebraica chamada sefer habahir, uma das questões a que se procura resposta é a interrogação acerca do motivo de Deus ter modificado o nome do Patriarca iniciador do Povo de Israel, de Abrão para Abraão (cfr. Gn 17, 5), e a resposta que é dada afirma que a diferença dos nomes se dá pela introdução da letra HE no nome de Abraão (Abraham), que é uma das letras que compõem o nome divino (YHWH) relado a Moisés junto da sarça ardente (cfr. Ex 3, 15), o que indica que Abraão, à partir daquele momento se tornava consagrado a Deus, levando o sigilo do seu próprio nome em si. Algo semelhante acontece na ordenação do sacerdote. Ele é assumido totalmente por Deus para cuidar apenas das suas coisas (cfr. Hb 5, 1), mas não como apenas um homem, mas como um homem consagrado e que se torna portador do sagrado na própria vida, existindo para cuidar das coisas que se referem a Deus em favor dos homens. Assim, a pronúncia do nome do candidato ao sacerdócio adquire um significado que chega ao limiar do que nos afirma o Senhor através dos profetas: “Antes que no seio fosse formado, eu já te conhecia; antes de teu nascimento, eu já te havia consagrado, e te havia designado profeta das nações” (Jr 1, 5); “Ouvi então a voz do Senhor que dizia: Quem enviará eu? E quem irá por nós? Eis-me aqui, disse eu, enviai-me” (Is 6, 8). A segunda parte fundamental do rito é o da prostração acompanhado da Ladainha da Todos os santos. Neste momento, aquele que deve ser ordenado sacerdote deita no chão com o rosto voltado para a terra. Este sinal é um dos mais intensos do rito. Com ele se quer explicitar que aquele homem, que todos conhecem que conviveu com muitos, que trabalhou no mundo, que estudou no mundo e viveu no mundo não pertence mais ao mundo, está morto para o mundo assim como o mundo está morto para ele. Claro, não se entende aqui uma alienação intelectual ou social, mas a realização ontológica do que afirmava São Paulo: “Eu vivo, mas já não sou eu; é Cristo que vive em mim. A minha vida presente, na carne, eu a vivo na fé no Filho de Deus, que me amou e se entregou por mim” (Gl 2, 20). O ordenando não mais se pertence se dá inteiramente como propriedade a Deus, que dele pode dispor como entender. “Há algo impressionante na prostração dos ordenados: é o símbolo da submissão total diante da majestade de Deus, da sua abertura total à ação do Espírito Santo descendo sobre eles como o arquiteto da sua consagração” (São João Paulo II, Dom e mistério, IV). Enquanto o candidato se prostra, a Igreja reunida para celebrar se une à Igreja triunfante no céu para interceder pelo novo ministro sagrado que está sendo gerado, reunindo orações, súplicas e méritos, que são apresentados diante do trono de Deus Todo-Poderoso, clamando que faça brotar nele a morte que realiza a vida, como no Cristo Sumo-Sacerdote. O terceiro elemento do rito que tomamos em particular – ainda que presente apenas em alguns lugares, como o Brasil – complementa e porta à plenitude o anterior. Após a unção das mãos com o óleo da Crisma, o sacerdote ordenado tem suas mãos envolvidas e amarradas com uma faixa de linho branco. O gesto de ter as mãos amarradas indica de forma clara o seguimento de Jesus, mantendo-se unido a ele, e apenas a ele, qual consequência da morte a que se submeteu na prostração. Escreve o, então, Cardeal Ratzinger: “As mãos estão ligadas: eu não pertenço mais a mim mesmo. Pertenço a ele e, através dele, aos outros. O seguimento é também disponibilidade ao ser ligado, à definitividade, assim como ele se ligou definitivamente a nós. As mãos ligadas são, na verdade, mãos abertas, mãos estendidas, como diz o Evangelho. A coragem de uma ligação definitiva, de um sim integral: isto é o seguimento” (SERVITORI DELA VOSTRA GIOIA. OPERA OMNIA, 555). Tal seguimento se torna também eco do convite de Cristo a Pedro na beira do Lago da Galileia, onde o Senhor preparava o filho de Jonas, ligando-o a si de forma estreita, para depois permitir que outros o ligassem e o levassem para onde ele não gostaria de ir (cfr. Jo 21, 18). Como a Pedro, também ao sacerdote, totalmente ligado e amarrado, por amor, a ele, o Senhor Jesus convida a tomar parte da sua vida em prol da humanidade, dirigindo-lhe as mesmas palavras que ao pescador Galileu: “Me amas? Apascenta as minhas ovelhas” (Jo 21, 17). O sacerdócio fulge assim como uma união íntima de amor com Jesus, onde se morre para se esvaziar da própria vida e dar espaço para a vida de Cristo, tornando-se assim imagem viva e presente do Senhor no meio do seu povo, que é a Igreja, dando-se a todos por amor a todos e no amor maior por Jesus. Amor imenso é o amor que se consome no infinito, dando nada mais que a miséria da própria pequenez e colhendo salvação para todos os irmãos. Eis a vocação do sacerdote.
Deus os abençoe
+Dom Paulus Nunes-sce
Patriarca
SAUDAÇÕES FIDELITAS:
Você que está lendo a mensagem do Patriarca não cancele o ano que te fez enxergar o quanto você é forte! Não cancele o ano que te fez passar por altos e baixos e ainda assim, mostrou o quanto você é incrível. Não cancele o ano que te trouxe respostas que você a muito tempo buscava encontrar. Não cancele o ano que te fez enxergar os espinhos que andava regando e a igreja da qual você não conhece por que nela Deus não está. Não cancele esse ano de 2020 porque motivos para agradecer não faltarão a você. Não cancele o ano que fez o povo criar dentro de suas casas lares uma igreja onde a presença do Pai é maior do que em igrejas falsas anátemas promiscuas e eletistas. Não cancele, pois a esperança a fé e a caridade ainda permanecem no ano que ainda não acabou.
PODE AFIRMAR!
Sem sombra de dúvidas que a oração e a meditação são mais do que tudo um ato de reverência ao Senhor do céu e da terra. Primeiro a Deus que é tudo, depois ao que está acontecendo em tudo que nos rodeiam, momentos para pausar escutar a verdade que vem de fora para dentro de nós, depois um gradual desapegar das coisas do mundo e dos sentidos, para que os portões do nosso coração possam se abrir e encontrar com nossa alma. Quando orares fecha as portas e janelas e em silêncio adore o Pai que está em seu interior. O pai é sua consciência que reside no templo de seu corpo precisamente no seu coração. É necessário coragem para escutar no âmago de seu ser, as verdades que vem de seu intimo, pois toda e qualquer mudança que almejamos mais do que atos (exteriores e de representação) devem primeiro nascer do coração, num plantio sincero para que amanhã possas colher os seus frutos. Nós acreditamos que não somos somente humanos, nem mesmo seres humanos, que eventualmente desfrutam de experiências humanas. Possuímos diversas fontes espirituais onde podemos vivenciar nosso encontro com Deus e ao mesmo tempo usufruir de seu amor. Temos em nosso espirito possibilidades acima do tempo e das limitações físicas. E há muitas formas de entrar em contato como Senhor Deus, que abrigamos em nosso templo físico. Trata-se de um caminho que quanto mais avançamos através da oração, mais nos tornamos capazes de alcançar graus de espiritualidades cada vez mais alto através da meditação jejum e oração. A lei da vida é mais justa que existe tudo que fazemos de bom ou de ruim ela nos devolve. VEJA UM EXEMPLO…
NÃO É TÃO FÁCIL VIVER COM O IRMÃO
1 João 4:15 – Qualquer que confessar que Jesus é o Filho de Deus, Deus está nele, e ele em Deus. Caim, de acordo com Gênesis, desenvolveu um espírito de inveja e de competição, na convivência com seu único irmão Abel. As boas qualidades de Abel eram tão evidentes, que faziam sombra à insegurança amargurada de Caim. Como dar um jeito naquele relacionamento de rejeição e, eventualmente, de ódio? Ao invés de melhorar, o ambiente da família foi se destruindo, envenenando até o comportamento religioso do primogênito Caim.
A coisa chegou a um ponto que Caim, atribuindo todo seu mal-estar à presença do irmão caçula, não viu outra saída, se não a de eliminá-lo, praticando fratricídio. Que o pecado de Caim seja um aviso para nós. Levemos a sério o alerta de João: “Qualquer um que odeia seu irmão em Cristo já é, na realidade, um assassino no coração – e vocês sabem que ninguém que deseja matar tem a vida eterna dentro de si. Nós sabemos o que é o amor verdadeiro pelo exemplo de Cristo, ao morrer por nós… E é isto o que Deus diz que nós devemos fazer: crer no nome do Seu Filho Jesus Cristo e amar-nos uns aos outros”‘ (I João 4:15-16).
A GRAÇA SALVA E EDUCA
Tito 2:12 – Ensinando-nos que, renunciando à impiedade e às concupiscências mundanas, vivamos neste presente século sóbria, justa, e piamente.
O LEGALISMO PODE TE DESTRUIR!
A maior mentira contada pelo legalista é que a salvação pela graça nos torna displicentes com nosso compromisso espiritual. É uma grande inverdade! Primeiro, porque a verdadeira displicência está no legalista negar que a morte de Jesus foi suficiente. Segundo, porque a Bíblia garante que a mesma graça que salva também nos educa para uma nova vida (Tt 2.11,12). O legalista teme que a graça o torne infrutífero e com isso tenta ajudar a Jesus em sua salvação, o que vai torná-lo frustrado e infeliz. O cristão salvo pela graça viverá uma transformação contínua e real como resultado de sua união com Jesus. Assim como a árvore gera frutos não pelo esforço próprio, mas por sua natureza de frutificar, o cristão produz o fruto do Espírito não pelo próprio esforço, mas como resultado do poder do Espírito agindo em seu coração. Não há santificação à parte da graça de Deus! Mergulhe nela cada dia mais fundo!
Deus os abençoe sempre
+Dom Paulus Nunes-sce
Patriarca.

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