CURSO ONLINE

CONVITE ESPECIAL

TEMA: O DÍZIMO NO BRASIL

Para saber todas a informações sobre o curso é só clicar nos links abaixo:

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   Com muita alegria apresento esse trabalho que é fruto de muita pesquisa e dedicação. É um trabalho que certamente vai ajudar a curar muitas feriadas abertas por falta de conhecimento e entendimento sobre esse valioso instrumento de desprendimento e renúncia que é o dízimo. Há muitas dores em muitas famílias e comunidades por falta de dizimar. Como nos ensina o profeta Malaquias “o povo está roubando a Deus no dízimo e nas ofertas”. E muitas vezes o povo faz isso por falta de conhecimento.       Esse curso tem a intenção de ajudar  muitas pessoas, famílias, pastorais e comunidades a descobrirem o verdadeiro valor do dízimo. O que ele significa na vida de cada cristão. Para entrar no ambiente de prosperidade, é preciso que o dízimo seja entregue, mas isso deve ser feito envolvendo-se amor, fé e justiça. A você que deseja filiar-se a esse produto, a única coisa que desejo é que você seja também esse instrumento de benção na vida de muitos que precisam conhecer e fazer a experiência profunda dessa benção, que é o dízimo. Quanta libertação e cura estão deixando de acontecerem, porque muitos não tem mais fé na partilha. Afiliado(a) peço-lhe que divulgue com muito carinho e amor esse trabalho. Com muita fé e confiança você e eu vamos entrar nas casas das pessoas levando uma experiência de Deus através desse curso sobre o dízimo. Deus abençoe a todos(as)!

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   O Catolicismo institucionalizou a cobrança no Sínodo de Mâcon, em 585, estabelecendo a quantia de 10% das posses dos fiéis, passivo de excomunhão quando não entregue. A prática ganhou força com Carlos Magno: conforme alargava seu império no século IX, difundia a cobrança nas regiões conquistadas. Com o tempo, os governos entraram na jogada. “A Igreja permitiu aos reis cobrarem o dízimo, mediante o compromisso de expandirem a fé cristã”, diz Diego Omar Silveira, historiador da UFMG. Não tardou para que a má administração e a usurpação do poder esvaziassem de sentido e significado a prática de entregar os dízimos. Somente após o século XVIII, com a separação entre Igreja e Estado, é que o dízimo voltou a ser apenas de caráter religioso. Mas haveria de ser reconquistado no coração dos fiéis que, exauridos do antitestemunho, foram abandonando tal prática.