O SEGREDO DA PARTILHA ESTÁ NA FÉ

O QUE É O DÍZIMO?

   O dízimo é a devolução a Deus daquilo que já é de Deus. Não pagamos nada pela vida. Somos eternamente agradecidos pelo dom de viver. É um princípio básico. Certamente tudo isso só será possível para aquele que faz a experiência de Deus.

   O dízimo não é imposto, taxa, pagamento, contribuição, porque ele não precisa. Não é resto do que sobra que oferecemos, mas nosso dízimo é exatamente a resposta da fé, do amor, da obediência e do reconhecimento; pois tudo o que somos e que temos vem dele. A natureza é o grande dízimo a nós devolvido em forma de retribuição. Nada mais instigante que compreender isso na espiritualidade cristã.

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   O dízimo é uma atitude de fé. É consciência de que uma parte dos nossos rendimentos é de Deus e, consequentemente, da comunidade. Por isso, ele é devolvido para a manutenção da comunidade, sustento do culto, dos sacerdotes, dos bispos, das missões e da ação social da Igreja.

   O dízimo significa o exercício da fé. Mas só haverá compreensão do seu verdadeiro espírito e sentido quando acontecer de forma pessoal uma experiência profunda, diante da essência e do mistério do criador. Isso exige uma caminhada de fé. Como a exemplo de Abraão, que confiou na promessa sem ao menos ter sentido antecipadamente o que Deus lhe havia prometido. A experiência da fé não se antecipa; se desdobra no ato de crer. Por isso, confiou e realizou a promessa.

   A partilha é uma resposta de amor à Palavra de Deus. É um caminho que direciona o homem à experiência do dízimo. Além da sua devolução, seria necessário que cada um entendesse profundamente esses ideais de Deus: “reinar partilha e igualdade no seio do povo e na Igreja”. Esse é o projeto e o propósito de Deus para a humanidade e sua Igreja. O segredo da partilha está na fé, na obediência da Palavra de Deus, e no desejo de se ver um mundo renovado, um povo, uma comunidade, uma Igreja, viva e alegre (At 2,42-47; At 4, 32-35; 1Tm 6, 17-19). Se nosso coração ainda não se abriu de verdade na devolução do dízimo, é preciso pedir fé e sabedoria, que vêm dele.

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   Enfim, só entenderemos o valor e a dimensão “da partilha do dízimo” quando nossa fé for viva, alegre, autentica, atuante, envolvida da caridade, justiça, humildade, paz, dócil à Palavra de Deus e alimento da nossa esperança. “A fé é um ato pessoal: a resposta livre do homem à iniciativa de Deus que se revela. Ela não é, porém, um ato isolado. Ninguém pode crer sozinho, assim como ninguém pode viver sozinho.

Fonte: Paulus